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maio 31, 2005
Na Taberna
Servia copos
Servia bebedores de copos
Servia guardas republicanos em hora de ronda
Servia carvão para carbonadas de sardinha
Servia o baralho de cartas para suecas
Servia de avental
Servia o almoço aos filhos, impreterivelmente à uma da tarde
Servia o marido, silenciosa.
Não servia Labão, Jacob não era.
De sua graça, Raquel servia a quem de si se servia.
Publicado por Alves Fernandes às 08:01 PM | Comentários (1)
Pedinte
No corredor do metro entoava algumas canções populares.
A guitarra tinha uma corda a menos
E algumas notas a mais.
Publicado por Alves Fernandes às 12:21 AM | Comentários (1)
maio 30, 2005
SIM ou NÃO
Não conheço suficientemente o texto da Constituição Europeia para tomar uma posição definitiva pelo SIM ou pelo NÃO. Utilizando uma expressão popular quero aqui reiterar que não emprenho pelos ouvidos. Sendo assim, terei tempo ainda para ler, reflectir e decidir pela minha própria cabeça. Como poderá ter até acontecido com a significativa maioria dos franceses que ontem votaram NON à Constituição Europeia, isto é terem pensado com a sua (deles) própria cabeça. Mas que me deixa de pé atrás este aplauso conjunto de alguns Barnabés, Abruptos, Foras do Mundo e Jean Marie Le Pen, isso deixa-me. Deixa-me desconfiado e deixa-me apreensivo.
Publicado por Alves Fernandes às 02:44 PM | Comentários (6)
maio 29, 2005
Parabenizando
Já só me faltam 288903 visitas para o meu blog ser tão famoso como o desta pequena.
Publicado por Alves Fernandes às 11:47 AM | Comentários (2)
maio 27, 2005
As Luzes dos meus olhos
Já me senti muitas vezes feliz. Já tive alegrias grandes daquelas de não conseguir evitar verter uma lágrima de emoção, de felicidade, de contentamento exacerbado. Na rua, acompanhado do povo para festejar a chegada da liberdade ou uma vitória desportiva da minha cor. No meu canto, sozinho ou acompanhado de alguns que me são próximos para festejar pequenas vitórias pessoais, algumas alegrias intimas. Mas nunca nenhuma dessas por mais importantes ou emblemáticas conseguiram superar a alegria que me invadiu nos dias em que nasceram os meus filhos. Foi há 24 anos e tu, Anita, foste a primeira a derramar luz no meu coração. Feliz aniversário!
Publicado por Alves Fernandes às 11:10 AM | Comentários (8)
maio 26, 2005
Assessoria ao Governo
Eu digo-vos, não necessito guardar nenhum sigilo sobre o tema, que quando no dia 16 de Março disse aqui no blog que era fácil ser ministro das finanças pois a imaginação dos governantes nunca vai para além de aumentar impostos quando é preciso combater o deficit, digo-vos e juro que não recebi nem um cêntimo pelo parecer emitido.
Publicado por Alves Fernandes às 12:05 AM | Comentários (2)
maio 23, 2005
As caras dos blogs

Eu também estive ali. Sabores alentejanos, vozes alentejanas e uma organização exemplar. Montes de parabéns ao João Espinho e à Madalena (a quem aliás roubei o cartaz), pelo empenho. Foi muito bom conhecer ou rever algumas caras de blogs, de alguns que leio e de outros que passarei a ler. E há emoções…
Publicado por Alves Fernandes às 11:41 AM | Comentários (6)
maio 20, 2005
Ainda sem opinião
Vai na blogosfera uma intensa discussão sobre um artigo publicado no Expresso da semana passada acerca da educação sexual nas escolas. Quando interessa, a determinados sectores, tudo o que os senhores jornalistas escrevem não sofre contestação. Ao contrário, ao sector oposto, tudo não passa de uma deturpação da verdadeira realidade. Eu não conheço o tema, mas vou dar como bom o que o senhor jornalista, que fez o artigo, descreveu. Vem-me assim ao pensamento, que aquilo que hoje é contestado pelos papás e mamãs que se pronunciam contra a tal “educação sexual” e os moldes como é ensinado, à minha ideia, repito, eu que sou um velho rezingão, é que isso não passa de fogo de artifício, apenas para marcarem uma posição moralista, talvez muito similar á que condenou Sócrates vários séculos antes de Cristo nascer. Uma moral de há muitos, muitos séculos atrás. Ou estudaram todos em colégios de freiras e seminários ou, se estudaram, como eu, em escolas públicas, essas mesmas em que estão a pensar, as de Salazar, Marcelo, Hermano Saraiva ou Veiga Simão, estão todos a armar ao pingarelho. Sim porque quando eu tinha dez anos de idade (ou menos) já sabia bem o que era uma punheta ou um broche. E os únicos meninos que vinham de França não eram os que a cegonha trazia no bico mas sim os filhos dos emigrantes. Só que para aprender isso, não era com “educação sexual” na escola. Era na escola da vida, da rua, do pátio do recreio, ou malandrecamente insinuado aos professores de ciências naturais ou aos padres de religião e moral. É melhor? Se for melhor, então está bem, se for igual, então também está bem, se for pior, avancemos!
Publicado por Alves Fernandes às 07:02 PM | Comentários (3)
maio 19, 2005
Assim não gosto
Sentado no sofá, ao lado do meu sogro que por acaso é lagarto mas que não diz uma palavra durante os jogos, vi a final da Taça UEFA. Não vibrei com nenhum dos quatro golos, foi como se não existissem. Não gosto do estilo de jogo do CSKA e o Sporting, sinceramente, não vive nas minhas paixões. De todo o ambiente que se gerou à volta do jogo, só me fica na memória uma entrevista a um adepto do Sporting que quando o jornalista lhe perguntou quem é que ele achava que ía ganhar o jogo, respondeu “o Boavista”. Não vibrei com nenhum dos golos, mas também não fiquei triste
Publicado por Alves Fernandes às 07:43 AM | Comentários (6)
maio 17, 2005
O café e eu
Várias pessoas que conheço não bebem café à noite. Conheço até, mais do que uma, que depois da bica do almoço não voltam nem a cheirá-lo. De vez em quando “batíamos umas bolas” sobre o tema e eu, com toda a convicção e certezas absolutas, sempre dizia que o café não me afectava minimamente. Chegava a beber umas 10 por dia, de entre as quais não era raro beber três bicas depois de jantar. E quando ‘eu queria’ ía para a cama e dormia. De facto eu não sou de insónias frequentes e se durante muitos anos fiz da noite dia e do dia, dia também, era por que eu ‘sou um tipo muito resistente, adoro a noite, ela é a minha segunda namorada’. Até que de repente (a gente descobre estas coisas sempre de repente), descobri que estou hipertenso. E vai daí vamos aos cortes, entre outras mezinhas. Redução drástica no sal e fim do café. Não me custou nada. A comida insonsa ou quase, tem-me ensinado a conhecer outros sabores dos alimentos. Quanto ao efeito aditivo da cafeína, assim fosse o do tabaco. Passar de 10 bicas para zero, não foi nenhum drama, a não ser que o descafeinado me ande a enganar. O pior, o pior é que passo o tempo a cair de sono zzzzzzzzzzzzz.
Publicado por Alves Fernandes às 10:22 PM | Comentários (7)
maio 11, 2005
Pó e Nostalgia (4)
Os meus cursos profissionais, a análises de sistemas, as linguagens de programação, os SGBDs, as comunicações, os sistemas operativos, as evoluções tecnológicas. As conferências, os seminários, os congressos, as revistas, a “técnica” da associação do IST, a “electricidade”, as comunicações nos congressos da Ordem. O meu curso de oficial da marinha mercante, folhas, trabalhos, aulas, frequências. E também vós, Sales Luís, Campos Ferreira, Lopes da Silva, Sucena Paiva, Quintela, Mira Amaral, e muitos, muitos outros, as vossas folhas, os trabalhos e relatórios que para vós tive de fazer, os testes, os cadernos de apontamentos, as sebentas, os vossos quadros pretos passados a papel. Tudo isso jaz agora, no “Papelão”. Em breve sereis reciclados e, se não tiverdes melhor sorte, alguém, um dia destes, estará com um rolo de papel higiénico na mão…
Publicado por Alves Fernandes às 06:52 PM | Comentários (6)
Pó e Nostalgia (3)
Pó e Nostalgia (3)
Vai fazer, no final deste mês, 24 anos que foi usada pela primeira vez. Do pouco que eu sabia fazer era armá-la e controlar-lhe a temperatura. Depois ficava embevecido a ver a como a Maria dava a volta à Anita, de vez em quando tirando umas fotografias, como ela se irritava com a água a escorrer-lhe na cara e como ficava feliz, já sequinha, de pó de talco e fralda nova, apenas à espera que uma mama saltasse da blusa da mãe. Quatro anos depois, repetia-se a cena com o João. Finalmente, enquanto mamavam e adormeciam, eu despejava a água, lavava a banheira, secava-a cuidadosamente, desmontava-a e guardava-a para o próximo banho, que não tardaria. Hoje, saiu do sótão direita ao contentor. O curioso foi que não estacionou mais de uma hora. Que sirva de novo e com o mesmo carinho é o que eu mais desejo.
Publicado por Alves Fernandes às 06:02 PM | Comentários (2)
Pó e Nostalgia (2)
Nunca tive um Amstrad nem um ZX-spectrum. Quando adquiri o meu primeiro computador cá para casa, decidi-me por um computador “à séria”. Custou-me uma nota preta. De tal forma que, eu como tipo previdente decidi englobá-lo no meu seguro de recheio de habitação. Por ser na época um objecto “especial” o valor do prémio quase atingiu o montante que eu pagava por todo o restante recheio. Pois meus caros, acabei de encostar o meu PS/2 ao contentor do lixo. Daqui a umas horas passará o camião de recolha de monos da Câmara Municipal do Seixal para cumprir a sua missão de libertar as ruas de objectos inúteis. O PS/2 já cumpriu a missão para a qual foi incumbido.
Publicado por Alves Fernandes às 05:36 PM | Comentários (0)
Pó e Nostalgia (1)
Há muitos meses, talvez até mais de um ano que eu e a Maria andávamos para fazer isto. O sótão precisava ser arrumado, os monos jogados para o lixo, os “aproveitáveis” ou simplesmente os “que talvez um dia venham a fazer falta”, reclassificados e re-arrumados. A Primavera, quando ainda não faz muito calor nem o frio torna desagradável andar junto às telhas, seria a melhor altura. Entretanto, o condomínio decidiu de uma vez que era necessário fazer alguns isolamentos no telhado interior e aproveitamos a deixa. Desde Sábado até hoje temos andado numa lufa-lufa. Eu e o Pré iremos nas próximas horas fazendo algumas considerações sobre estas limpezas de sótão.
Publicado por Alves Fernandes às 05:07 PM | Comentários (1)
maio 10, 2005
Greve
Hoje vou fazer greve ao regime. O meu pai telefonou-me a convidar-me para umas favas à portuguesa.
Publicado por Alves Fernandes às 11:43 AM | Comentários (6)
maio 09, 2005
Eu linko quem gosto!
Eu prometi-lhe que não me “chibava”. E não me chibo mesmo. O tipo é escritor e para desgosto meu parou no sinal stop. Agora faz registos de estados de alma. Caraças o gajo continua o mesmo. Com a mesma pinta.
Publicado por Alves Fernandes às 11:03 PM | Comentários (0)
Falsos moralismos
Hoje, o jornal A Bola trás como notícia de primeira página, continuada nas páginas interiores, uma decisão editorial em que transmite aos seus leitores que durante uma semana, tentará, à sua maneira, contribuir pela pacificação do futebol. Nesta “pacificação” inclui-se, mas sobreleva-se, a não publicação de declarações de dirigentes, treinadores, jogadores e colunistas, que possam contribuir para incendiar ânimos à roda do futebol, numa altura em que o título de campeão nacional está por um fio. Esta atitude seria louvável se não fosse hipócrita. Andam um ano inteiro sem nenhuma preocupação deste tipo, enchem primeiras páginas com declarações de Pinto da Costa, Dias da Cunha, Filipe Vieira, noticiam incidentes de balneário, agressões em treinos, contratações inventadas pelas mais diversas fontes, tudo o que dá para vender num país de Quinta de Celebridades e de Fiel ou Infiel e depois vêm como virgens ofendidas, ou como quem se confessa pela Páscoa, depois de um ano de pecados, trazerem à estampa uma profissão de fé de purismo. Só por hipocrisia.
PS. Não precisaria de ilustrar nada do que disse antes, mas a título de exemplo transcrevo:
Ontem, Domingo, 8 de Maio, apreciação do árbitro Pedro Proença no Penafiel - Benfica: “ Vem aí tempo de discussão, mas é tempo de perceber que não há replays nos estádios. E alguns dos lances polémicos de ontem, que dissecamos noutra página, nem com mil discussões geram unanimidade…” Nota: 6 (em 10)
Hoje, Segunda-feira, 9 de Maio, apreciação do árbitro Bruno Paixão no Moreirense - FC Porto: “ Não houve lances polémicos mas falhou disciplinarmente, prejudicando ambas as equipas…” Nota: 4 (em 10)
Quem incendeia afinal? Um árbitro com arbitragem polémica tem uma classificação melhor do que um árbitro que apenas teve falhas disciplinares sem benefício de nenhuma das equipas?
Publicado por Alves Fernandes às 03:20 PM | Comentários (1)
maio 08, 2005
Poetas Andaluces
¿Qué cantan los poetas andaluces de ahora?
¿Qué miran los poetas andaluces de ahora?
¿Qué sienten los poetas andaluces de ahora?
Cantan con voz de hombre, ¿pero donde están los hombres?
con ojos de hombre miran, ¿pero donde los hombres?
con pecho de hombre sienten, ¿pero donde los hombres?
Cantan, y cuando cantan parece que están solos.
Miran, y cuando miran parece que están solos.
Sienten, y cuando sienten parecen que están solos.
¿Es que ya Andalucia se ha quedado sin nadie?
¿Es que acaso en los montes andaluces no hay nadie?
¿Qué en los mares y campos andaluces no hay nadie?
¿No habrá ya quien responda a la voz del poeta?
¿Quién mire al corazón sin muros del poeta?
¿Tantas cosas han muerto que no hay más que el poeta?
Cantad alto. Oireis que oyen otros oidos.
Mirad alto. Veréis que miran otros ojos.
Latid alto. Sabreis que palpita otra sangre.
No es más hondo el poeta en su oscuro subsuelo.
encerrado. su canto asciende a más profundo
cuando, abierto en el aire, ya es de todos los hombres.
Nem que fosse para só para ouvir de novo os Aquaviva, já teria valido a pena ter posto de novo o gira discos a funcionar. Ai paixão!
Publicado por Alves Fernandes às 10:44 PM | Comentários (5)
maio 06, 2005
Vinil
Tenho uma aparelhagem Hi-Fi comprada em 1992. É a melhor que alguma vez comprei, maugrado estar avariada. Faz no mês que vem dois anos, avariou-se-me uma televisão. Ao técnico que me veio trazê-la, depois de reparada, perguntei quanto tempo levariam para me reparem a aparelhagem. Ó Sr. V. olhe que isso agora está demorado, uns dois ou três meses, no mínimo. Achei demais e não a mandei. Continua avariada a um canto. Continuava, porque hoje, após umas arrumações aqui no escritório fui montar os módulos que me permitiriam ligar um “velho” prato, que comprei em 1981. De facto o leitor de CDs, já era, os decks de cassete nem abrem as portas, o rádio não sintoniza. Mas o amplificador está nos trinques. Hoje tenho-me deliciado com os meus discos de vinil.
Publicado por Alves Fernandes às 10:00 PM | Comentários (8)
maio 05, 2005
Dois anos de Abrupto
Goste-se ou não se goste dele (do José Pacheco Pereira e / ou do Abrupto), o Abrupto é o blog de referência por excelência. O Abrupto anunciou o seu segundo aniversário, para lembrar e para comemorar, com um texto em que dizia
Cito
Fim de citação
Eu incluo-me em duas destas categorias. Na de leitor e na de malfeitor. Não conheço o José Pacheco Pereira pessoalmente, apenas faço parte da população anónima que o ouve e que o lê, pelo que, desde já, me excluo da categoria de amigo.
Vou por partes. Não preciso explicar porque é que o considero o blog de referência por excelência. Os números falam por si: as vistas, as page-views, as referências nos outros blogs, o número de links, as citações da imprensa. Ainda há poucos dias participei num colóquio sobre blogs onde o Abrupto / José Pacheco Pereira foi omnipresente. O nome dele foi referenciado por quase todos os animadores do debate. Isso tem um significado.
Como leitor, não sou um entusiasta, tenho de confessá-lo, apesar de o consultar todos os dias. Como é que não se é um entusiasta e se lê o Abrupto todos os dias, podereis obviamente perguntar. Quase que me atreveria a responder “porque sim”, a resposta de quem não sabe. No entanto há duas razões fundamentais:
a. Eu sou um viciado na blogosfera. “Infelizmente” tenho tempo para ler mais de cinquenta blogs por dia, atingindo com alguma frequência os 100. Consulto o Abrupto por curiosidade, como o faço com alguns muitos outros. No entanto, a maioria da poesia editada na versão inglesa ou francesa não colhe a minha preferência, por dificuldades de domínio completo das línguas referidas, pelo que a maioria não as leio ou não as entendo completamente (se fosse fácil não haveria tradutores especializados como por exemplo o Vasco Graça Moura) e, também considero que alguns textos que publica, extractos de outros texto de “autor” são uma forma de encher chouriços, manter actualizado o blog como se se tratasse de uma obrigação, o que aliás é comum a muitos blogs que por aí proliferam, sem qualquer notoriedade. Não discuto critérios editoriais, apenas estou a expressar uma opinião. Finalmente não gosto da sua opinião política, na generalidade.
b. É aqui que entra a minha qualidade de malfeitor. Leio-o porque gosto de contrapor. Já citei o Abrupto em variadíssimos dos meus posts, quer aqui, quer no PreDatado. E quase sempre para rebater (ou tentar) e para criticar a opinião expressa. Sempre o fiz de uma maneira cordial, não ofensiva e continuarei a fazê-lo. Mas esta atitude, exercício do contraditório, é uma das virtualidades da vida democrática e da liberdade de opinião. Digamos que sou uma espécie de malfeitor que não ataca à mão armada.
O Abrupto faz dois anos amanhã. Não dou uma no cravo e outra na ferradura, mas tenho de fazer a justiça de dizer que os quadros que José Pacheco Pereira escolhe para editar colhem, quase sempre, a minha simpatia. Mesmo que fosse só por isso, continuaria a visitá-lo todos os dias. Que continue, são os meus votos. Eu continuarei no meu papel de malfeitor.
Publicado por Alves Fernandes às 01:14 AM | Comentários (1)
maio 02, 2005
Nelson
Conversas com os meus botões associa-se.
Está aqui o blog do Nelson.
Publicado por Alves Fernandes às 01:33 PM | Comentários (2)
maio 01, 2005
Dia da Mãe
É tão bom ter uma. Amo-te, mãe.
Publicado por Alves Fernandes às 01:56 PM | Comentários (3)
1º de Maio - Dia do Trabalhador
Desde há 3 anos, decidiram que eu não deveria comemorar este dia.
Publicado por Alves Fernandes às 01:54 PM | Comentários (2)
Génio
José Mourinho, pois claro. Parabéns.
Publicado por Alves Fernandes às 01:54 PM | Comentários (1)
Sinistralidade
Começa hoje uma presidência aberta sobre o tema da sinitralidade. Para dar o exemplo a comitiva automóvel das entidades oficiais não deverão exceder os 180 kms por hora. Para dar o exemplo.
Publicado por Alves Fernandes às 01:50 PM | Comentários (0)